Semear

“Na vida, todos somos semeadores… Uns semeiam flores e descobrem belezas, perfumes e frutos. Outros semeiam espinhos e se ferem nas suas pontas agudas. Ninguém vive sem semear, seja o bem, seja o mal…Felizes são aqueles que, por onde passam, deixam sementes de amor, de bondade, de afeto…”

Divaldo Pereira Franco

Coragem

A coragem está no topo das preferências no ranking das virtudes. todos sabemos avaliar sua importância e seu poder transformador. É também a disposição de enfrentar os problemas, isto é, o elemento que nos move a regaçar as mangas e pegar os problemas à unha.

Só existe coragem quando há desafio. Ou seja: ser corajosa é escolher o certo quando este é difícil. Sem uma boa dose de coragem , nada pode acontecer. A razão e o sentimento por si só não bastam , é preciso bem mais do que isso. Nesse momento é que a coragem entra em ação e faz toda a diferença. Seu uso é imprescindível também porque só ela é capaz de defrontar o medo, que quase sempre é nosso maior fator limitante.

 

Fidelidade.

Um homem sem fidelidade é um ser incompleto. A fidelidade é que nos assegura vínculos com nossa memória, nosso passado e nossa vida presente. Ser fiel às origens, aos valores e aos objetivos programados é fundamental para saber aonde se quer chegar. Permanecer fiel, leal mesmo diante de adversidades, é das maiores provas que um caráter virtuoso pode dar. Sem a fidelidade outras virtudes acabam sendo sinceramente comprometidas, entre elas aquela que julgamos tão importante para a vida, a gratidão.

Polidez

Muito se fala de polidez como sendo a primeira das virtudes, fonte originária das demais. Ser polida é ser bem educada, cortês e gentil. Trata-se, no fim das contas, de uma verdadeira porta de entrada para as demais virtudes. Na verdade, a polidez está mais para uma qualidade do que para uma virtude e como tal deve ser enxergada nas suas limitações, sem ser confundida como um atestado de uma virtuosa a quem souber ser muito bem polida.

O que é virtude?

A palavra em português vem do latim virtus, que por sua vez é uma tradução do grego aretê.  Entre os antigos, o termo não tinha necessariamente um sentido moral. Significava excelência específica de cada coisa ou criatura. A virtude de uma faca, por exemplo, é ser afiada e cortar bem. Entre nós, virtude é a capacidade de agir da forma mais humana possível, exercer ou buscar, por meio de um esforço consciente ou de um talento inato, as excelências específicas do nosso legado humano. Ou seja: praticar a humanidade.